6. Acordos Operacionais

 

6.1. TORRE SÃO PAULO

6.1.1. TRANSFERÊNCIA DE AERONAVES

As aeronaves são transferidas pela Torre São Paulo ao Controle São Paulo junto com a autorização de decolagem, baseado no setor responsável pela primeira radial a ser interceptada no procedimento de saída. A aeronave mantém a escuta da Torre São Paulo até o cruzamento da cabeceira oposta, exceto nas condições abaixo:

1. Quando uma aeronave decola em um perfil de saída que cruze o alinhamento da pista paralela e existe aeronave na aproximação para a pista paralela.

2. Quando uma aeronave decola em um perfil de saída que cruze o alinhamento da pista paralela e existe aeronave para decolagem da pista paralela.

3. Aeronaves categoria A e B.Nessas condições acima, a autorização de decolagem será transmitida com a seguinte informação: acuse iniciando curva a direita/esquerda; após inicio da curva as aeronaves são transferidas ao controle de saída.

As aeronaves são transferidas pelo Controle São Paulo à Torre São Paulo na final para pouso. Sempre que possível já estabilizadas na rampa de planeio e antes do marcador externo, nas descidas que utilizam esses auxílios.

6.1.2. SEQÜÊNCIAMENTO/SEPARAÇÃO DE AERONAVES

As aeronaves serão sequenciadas pela Torre São Paulo de modo a agilizar os segmentos de saída dentro da terminal; para isso, sempre que possível a seguinte ordem será obedecida:

1. Intercalar decolagens para o setores diferentes.

2. Intercalar decolagens para radiais diferentes.

3. As aeronaves que pretendam voar mais alto, seguidas das demais por ordem decrescente de nível de cruzeiro.

O sequenciamento das aeronaves que pousam é definido pelo controle para que seja mantida a separação radar mínima de 5NM a 3NM, dependendo das condições meteorológicas, até o cruzamento estimado da cabeceira.

6.1.3. LIBERAÇÃO DAS DECOLAGENS

As decolagens tem liberação livre, ou seja, não precisam de autorização do controle de saída para serem realizadas, desde que:

1. Uma aeronave de menor performance não decole a frente de uma aeronave de maior performance.

2. As aeronaves para a mesma rota de saída possuam o mesmo perfil de decolagem.

Caso um ou ambos casos acimas são possa ser aplicado, é mandatório coordenação com o controle responsável pelo setor de saída para autorização da(s) decolagem(ns).

 

 

6.2. TORRE GUARULHOS

6.2.1. TRANSFERÊNCIA DE AERONAVES

As aeronaves são transferidas pela Torre Guarulhos ao Controle São Paulo logo após a decolagem, baseado no setor responsável pela primeira radial a ser interceptada no procedimento de saída.

As aeronaves são transferidas pelo Controle São Paulo à Torre Guarulhos na final para pouso. Sempre que possível já estabilizadas na rampa de planeio e antes do marcador externo, nas descidas que utilizam esses auxílios.

6.2.2. SEQÜÊNCIAMENTO/SEPARAÇÃO DE AERONAVES

As aeronaves serão sequenciadas pela Torre Guarulhos de modo a agilizar os segmentos de saída dentro da terminal; para isso, sempre que possível a seguinte ordem será obedecida:

1. Intercalar decolagens para o setores diferentes.

2. Intercalar decolagens para radiais diferentes.

3. As aeronaves que pretendam voar mais alto, seguidas das demais por ordem decrescente de nível de cruzeiro.

O sequenciamento das aeronaves que pousam é definido pelo controle para que seja mantida a separação radar mínima de 5NM a 3NM, dependendo das condições meteorológicas, até o cruzamento estimado da cabeceira.

6.2.3. LIBERAÇÃO DAS DECOLAGENS

As decolagens tem liberação livre, ou seja, não precisam de autorização do controle de saída para serem realizadas, desde que:

1. Uma aeronave de menor performance não decole a frente de uma aeronave de maior performance.

2. As aeronaves para a mesma rota de saída possuam o mesmo perfil de decolagem.

Caso um ou ambos casos acimas são possa ser aplicado, é mandatório coordenação com o controle responsável pelo setor de saída para autorização da(s) decolagem(ns).

 

 

6.3. TORRE CAMPINAS

6.3.1. TRANSFERÊNCIA DE AERONAVES

As aeronaves são transferidas pela Torre Campinas ao Controle São Paulo logo após a decolagem, baseado no setor responsável pela primeira radial a ser interceptada no procedimento de saída.

As aeronaves são transferidas pelo Controle São Paulo à Torre Campinas na final para pouso. Sempre que possível já estabilizadas na rampa de planeio e antes do marcador externo, nas descidas que utilizam esses auxílios.

6.3.2. SEQÜÊNCIAMENTO/SEPARAÇÃO DE AERONAVES

As aeronaves serão sequenciadas pela Torre Campinas de modo a agilizar os segmentos de saída dentro da terminal; para isso, sempre que possível a seguinte ordem será obedecida:

1. Intercalar decolagens para o setores diferentes.

2. Intercalar decolagens para radiais diferentes.

3. As aeronaves que pretendam voar mais alto, seguidas das demais por ordem decrescente de nível de cruzeiro.

O sequenciamento das aeronaves que pousam é definido pelo controle para que seja mantida a separação radar mínima de 5NM a 3NM, dependendo das condições meteorológicas, até o cruzamento estimado da cabeceira.

6.3.3. LIBERAÇÃO DAS DECOLAGENS

As decolagens tem liberação livre, ou seja, não precisam de autorização do controle de saída para serem realizadas, desde que:

1. Uma aeronave de menor performance não decole a frente de uma aeronave de maior performance.

2. As aeronaves para a mesma rota de saída possuam o mesmo perfil de decolagem.

Caso um ou ambos casos acimas são possa ser aplicado, é mandatório coordenação com o controle responsável pelo setor de saída para autorização da(s) decolagem(ns).

 

 

6.4. CONTROLE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS

6.4.1. TRANSFERÊNCIA DE AERONAVES

Esse Acordo Operacional foi firmado entre o APP São Paulo e o APP São José dos Campos, no qual ficaram definidas as altitudes de transferência entre os dois APPs mencionados. Aeronaves ingressando na CTR São José dos Campos deverão ser transferidas no FL090 ou acima e as aeronaves livrando a CTR São José dos Campos deverão ser transferidas no FL080 ou abaixo (a menos que coordenado em contrário).

Com o APP São José dos Campos inoperante, o APP São Paulo assume a responsabilidade pela posição através da seguinte sequência de prioridade:

1. Controle Tubulão (T-6)

2. Controle de Sul (T-1)

3. Controle de Leste (T-3)

4. Controle de Saída Leste (T-11)

Ou seja, o controle responsável pelo Setor T-6 ou, na inoperância destes, o controle de Saída responsável pela área.

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